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5 motivos pelos quais você não deve se preocupar com a camada HTTPS e as mudanças do Youtube

Dedicamos este post aos nossos clientes onde explicamos por que eles podem ficar tranquilos em relação às mudanças do YouTube.

Você vai entender:

– Principais motivos pelos quais você não deve se preocupar com a camada HTTPS e as mudanças do YouTube.

– O que mudou no YouTube e o porquê soluções baseadas em “Squid” não conseguem mais armazenar vídeos do YouTube.

Primeiro entenda o que é uma camada HTTPS

A camada HTTPS permite que os dados sejam transmitidos por meio de uma conexão criptografada, e é utilizado quando se deseja evitar que a informação transmitida entre o cliente e o servidor seja visualizada por terceiros, como por exemplo senhas de banco, compras online, e-mail e outros.

1. O YouTube não está preparado de maneira física para armazenar TODOS os seus vídeos em HTTPS.

O YouTube não possui servidores o suficiente para realizar esse tipo de migração. E está há mais de dois anos realizando testes migrando alguns videos para a camada HTTPS.
Essa mudança vem ocorrendo gradualmente e não é permanente. Ou seja, o Youtube habilita e desabilita essa função dependendo de cada caso.

2. Não é um problema de cache, é um problema de “cash”

Em um dia na internet, 864 mil horas de vídeo são subidas no YouTube, 22 milhões de horas de programas são assistidos no Netflix e 18 milhões de horas de música são transmitidas no Pandora – Via R18 Comunicação em http://goo.gl/7T3XBE

Atualmente, não existe estrutura favorável para transmitir esse volume de dados de maneira criptografada e fluida para o usuário final. Não só no Brasil, mas no mundo.

3. Não, não é uma tendência.

O Netflix e o Vimeo assim como outras empresas já se posicionaram, indicando que não trabalharão com conteúdos criptografados.
Portanto, somado o fato que a internet é considerado um ambiente totalmente dinâmico e imprevisível, o ambiente Web estar passando por várias modificações não aponta para uma tendência.
Ainda não há um uniformidade. O certo é que a internet não se resume ao YouTube e, daqui a 06 meses, quem pode garantir que os usuários continuarão utilizando mais o youtube para ver seus videos preferidos e não o Vimeo ou o Netflix?

4. Armazenar conteúdo seguro não é legal.

Embora seja tecnicamente possível, se algum cache decidir quebrar a segurança do YouTube quando acessado por HTTPS, ele também pode quebrar a segurança de outros sistemas, e por esse motivo, a legislação brasileira considera essa prática ilegal. Além de ser ruim para o seu provedor, pois prejudica a relação de confiança com os usuários, que tem seus dados privados e sigilosos expostos. 5. O YouTube implantou identificadores (IDs) aleatórios para dificultar o armazenamento/cache dos videos. Dica: O Hyper já respondeu à essa mudança.

Com o objetivo de aumentar tráfego nos servidores do YouTube, eles criaram identificadores aleatórios que impedem o cache de reconhecer esses videos.
O Hyper da Taghos, por ter uma arquitetura de software que não é baseada em “Squid”, como muitos concorrentes, ele identifica esses IDs e consegue fazê-los entrar no cache. 

Dúvidas? Envie um e-mail para youtube@taghos.com.br