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5 Provas de que o mercado de Telecom e serviços de assinatura não estão em crise

Seu Provedor de Internet  foi afetado pela crise? Algo está errado.

Sejam empregados ou empresários, estão todos preocupados com os rumos que nossa economia vem tomando nos últimos tempos.

Essa preocupação com a atual situação econômica do Brasil vem fazendo com que empresários adiem investimentos e novos empreendedores aguardem momentos menos incertos para iniciar seus projetos.

Como em todo momento de incerteza, uma certa dose de pânico se confunde com a frieza dos números e por isso é importante termos uma visão real do que está acontecendo.

Na visão de Marcelo Braga, sócio da consultoria Search, afirma que, além do mercado de Telecom, segmentos como o de tecnologia,  financeiro, farmacêutico e o agronegócio também são os que estão sofrendo menos os efeitos da retração da economia.

Abaixo listamos 5 motivos pelo qual o mercado de Telecom e serviços de assinatura não estão em crise:

1) O MERCADO DE ASSINATURAS CRESCEU 219% NO BRASIL
Em 2013, o mercado de assinaturas cresceu 219% no Brasil segundo dados publicados no Mundo do Marketing e
esse modelo de negócios vem transformando a forma como as empresas de serviços operam no mercado.
A Netflix, assim como o seu Provedor, é um bom exemplo do impacto que esse modelo de negócio cria no mercado.
Com um preço acessível e facilidade de uso, o serviço de streaming de vídeos foi um sucesso e ajudou a
reduzir as compras/aluguéis de filmes. No Brasil, já é maior que Bandeirantes e RedeTV!, Segundo o site
Tecmundo.

2) HAVERÁ 154 MILHÕES DE INTERNAUTAS NO BRASIL ATÉ O FINAL DE 2015
O Comitê Gestor da Internet do Brasil estima que 80% dos domicílios brasileiros terão acesso à internet até
2015. Isso significa que o Brasil poderá ter 154 milhões de usuários até 2015 — número muito mais alto que os
85 milhões que o país tem hoje, segundo a comScore.

3) BRASIL ESTÁ ENTRE OS 10 MAIORES MERCADOS DO COMÉRCIO ELETRÔNICO
O comércio eletrônico brasileiro teve faturamento de 18,6 bilhões de reais no primeiro semestre de 2015, crescimento nominal de 16 por cento frente ao mesmo período de 2014, informou nesta quarta-feira a empresa de pesquisa de mercado E-bit.
O hábito de comprar online está em amplo crescimento, não obstante a penetração dentre usuários de Internet
permanecer baixo (50%, contra 90% nos EUA) O que mostra que esse segmento ainda vai crescer exponencialmente
no Brasil à medida que mais pessoas tenham experiências positivas na compra online.

4) JÁ HÁ MAIS SMARTPHONES DO QUE PCs EM USO NO BRASIL
Segundo a empresa eMarketer, 45% da população brasileira (91 milhões de habitantes) acessarão a internet a
partir de dispositivos móveis até 2016.

De acordo com o 26º Relatório Anual de tecnologia da Informação, divulgado pela Fundação Getúlio Vargas, o Brasil possui mais smartphones do que computadores, notebooks e tablets em uso: são 154 milhões de celulares inteligentes, contra 152 milhões de computadores. Destes 152 milhões, 24 milhões são tablets. Dentre os aparelhos listados como computadores, Ao todo, o país possui 306 milhões de dispositivos conectados à internet, um total de aproximadamente três dispositivos para cada dois habitantes do país, o que coloca o Brasil acima da média mundial de dispositivos por habitante.

5) BRASILEIROS PAGARIAM MAIS POR UMA INTERNET MAIS RÁPIDA
A pesquisa Accenture Digital Consumer 2014 indica que os clientes estariam dispostos a pagar mais caro, mas que, no entanto, não existe no mercado uma alternativa de alta velocidade de grande escala capaz de satisfazer a demanda. Cerca de 90% dos brasileiros tiveram problemas de interrupção o serviço de internet e no carregamento de filmes e conteúdo online, segundo a pesquisa. Além disso, 83% relatam lentidão nos serviços de internet. Daí vem o interesse de 60% do público em pagar mais se isso significar uma internet mais confiável e veloz.

O levantamento aponta algumas tendências no perfil de consumo de internet e serviços por assinatura. Os dados mostram que 71% dos participantes globais estariam dispostos a negociar dados com provedores, enquanto 60% os negociariam com os serviços que contratam.

 

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